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Co-browsing: quando ver a tela do cliente resolve em minutos

Entenda quando usar co-browsing no atendimento resolve problemas que texto não resolve, e como isso reduz idas e vindas em conversas travadas.

Co-browsing: quando ver a tela do cliente resolve em minutos

Tem conversa que trava não porque o atendente não sabe a resposta, mas porque ninguém consegue descrever o problema em texto. O cliente diz “não aparece o botão”, o atendente pergunta “qual botão, em qual tela, depois de qual clique” — e dez mensagens depois ainda não ficou claro o que está na frente dos olhos de quem precisa de ajuda. Nesses casos, ver a tela resolve o que print e descrição nunca resolveriam.

O tipo de problema que só se resolve vendo

Nem todo atendimento precisa de co-browsing. A maioria das dúvidas — preço, prazo, disponibilidade — se resolve bem por texto, e forçar navegação assistida nesses casos é desperdício de tempo de todo mundo. O co-browsing compensa quando o problema é visual ou depende de contexto que o cliente não sabe nomear:

  • Preenchimento de formulário que trava em um campo específico
  • Erro de checkout que só acontece em determinada combinação de opções
  • Dúvida sobre “onde fica” alguma função dentro de um painel complexo
  • Cliente que descreve o problema de um jeito e o atendente entende outro completamente diferente

Nesses cenários, cada mensagem de texto tentando esclarecer o que está acontecendo é uma rodada perdida. Co-browsing e gravação de sessões no webchat existem justamente para cortar esse ciclo: o atendente vê a mesma tela que o cliente vê, em tempo real, sem pedir para ele instalar nada ou compartilhar a tela por fora do chat.

O custo de não ter essa opção

Sem navegação assistida, o padrão comum é pedir print, depois outro print, depois “manda vídeo da tela”, enquanto o cliente perde paciência e o atendente monta um quebra-cabeça com informação incompleta. Em alguns casos o atendimento simplesmente desiste de entender o problema por texto e agenda uma chamada — o que joga o cliente para outro canal, quebra o contexto da conversa e adiciona um passo a mais entre o problema e a solução.

Cada rodada de “manda um print” é tempo que o cliente está gastando para provar o problema, não para resolvê-lo. Co-browsing inverte isso: quem sabe resolver já está olhando para o que precisa ser resolvido.

O efeito colateral menos óbvio é na métrica de SLA: uma conversa que deveria durar três mensagens vira uma troca de vinte, e o tempo até resolução dispara mesmo que o atendente tenha respondido rápido desde o início. O problema não era velocidade de resposta — era falta de visibilidade do que estava acontecendo do outro lado.

Como funciona dentro do webchat

O co-browsing faz parte do widget de chat ao vivo do TheChats.me, junto com histórico de conversa, envio de documentos e imagens e gravação de sessões. Não é uma ferramenta separada que o cliente precisa baixar ou autorizar fora do fluxo normal — a navegação assistida acontece dentro da mesma janela de conversa que ele já está usando, respeitando o banner de consentimento RGPD/LGPD integrado ao widget.

Isso importa tanto para o atendente quanto para o cliente. Para o atendente, significa não precisar sair do inbox unificado para abrir outra ferramenta de tela compartilhada. Para o cliente, significa não precisar decidir se confia em outro link ou outro aplicativo no meio de um atendimento que já começou por texto.

Quando escalar para co-browsing dentro da conversa

Vale ter um critério simples para decidir quando vale a pena mudar de modalidade dentro do mesmo atendimento:

  1. Depois da segunda tentativa de descrever o problema por texto sem sucesso
  2. Quando o cliente usa termos como “não sei explicar, mas…” ou “olha só o que acontece”
  3. Em fluxos com muitos passos, como configuração inicial ou checkout, onde um erro pequeno em qualquer etapa trava tudo depois

Times que esperam demais para escalar acabam gastando mais tempo tentando decifrar texto do que gastariam simplesmente olhando a tela. O ganho de produtividade aqui não é fazer o atendente trabalhar mais rápido — é evitar o trabalho de adivinhação que consome tempo sem gerar solução.

O que muda no relatório de qualidade

Conversas resolvidas com apoio visual tendem a fechar mais rápido e com menos mensagens trocadas, o que aparece nos relatórios de volume, conversão, SLA e qualidade da operação. Isso não significa medir “quantas vezes usamos co-browsing” como meta — significa que times que adotam bem essa ferramenta costumam ver o tempo médio de resolução cair em conversas que antes ficavam presas em ida e volta de descrição.

Se sua equipe de atendimento ainda resolve problema visual só com print e paciência, vale conhecer como o webchat do TheChats.me organiza co-browsing, histórico e consentimento no mesmo widget, ou agendar uma demonstração para ver a navegação assistida funcionando com um caso real da sua operação.